Márcio Canella preso: o que se sabe e o que vem agora

Com Márcio Canella preso desde a manhã desta quinta-feira (15), a PF chega à 8ª fase da Operação Unha e Carne, que também prendeu Marcus Amim. É a segunda vez em 2026 que o deputado eleito vai preso. O que mudou desde julho?

Política · Por , com apoio de IA ·

Galão de combustível sobre um mapa dobrado, com fio vermelho ligado a uma chave, em luz suave: Márcio Canella preso pela PF
Imagem ilustrativa criada com inteligência artificial — Natureza-morta com um galão de combustível sobre um mapa dobrado, com um fio vermelho preso a uma chave, para simbolizar a rede de postos investigada e a prisão.

Em resumo

  • A PF prendeu o deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil) e o delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
  • A investigação mira lavagem de dinheiro em postos de combustíveis. O Coaf calculou R$ 7,6 bilhões movimentados em seis anos.
  • Canella já tinha sido preso em flagrante em julho, por um fuzil achado no carro dele, e vinha cumprindo medidas cautelares.

A Polícia Federal prendeu Márcio Canella na manhã desta quinta-feira (15), no Rio de Janeiro. Ele é ex-prefeito de Belford Roxo, presidente do União Brasil no estado e deputado estadual eleito. Segundo o SBT News, a ação faz parte da oitava fase da Operação Unha e Carne e foi determinada por Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Também foi preso o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil. De acordo com a InfoMoney, Canella foi detido na casa dele, em um condomínio na Barra da Tijuca. Segundo a Brasil 247, ele saiu escoltado pelos agentes e cobriu o rosto com um guarda-chuva diante das câmeras.

Márcio Canella preso: os números da operação desta quinta

A Agência Brasil informa que a PF cumpriu seis mandados de prisão preventiva. A InfoMoney acrescenta que também havia 16 mandados de busca e apreensão, em sete municípios fluminenses. Veja o que foi divulgado até agora:

O esquema investigado: postos de combustíveis e agentes públicos

Segundo a PF, a investigação trata de uma organização criminosa armada que usaria uma rede de postos na Região Metropolitana do Rio para lavar dinheiro. A Agência Brasil lista os crimes sob apuração: lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel. O relatório do Coaf menciona a participação de policiais civis, e a Corregedoria da Polícia Civil apoia a operação.

Esses são os crimes que os investigados poderão responder, não condenações. Até a publicação desta reportagem, não encontramos manifestação da defesa de Canella nem de Amim nas fontes consultadas. Se houver posicionamento, ele deve ser incluído aqui.

Como chegamos aqui: julho, eleição e 15 de outubro

A prisão desta quinta fecha um ciclo de três meses. A linha do tempo, de acordo com CNN Brasil, Metrópoles e Brasil 247:

Nas duas fases, Amim também aparece entre os alvos. Segundo o Tempo Real, ele presidiu o Detran-RJ até 2023, quando o delegado Glaucio Paz da Silva assumiu o lugar. Paz, que já deixou o cargo, é um dos alvos de busca e apreensão desta quinta.

O que vem a seguir no caso de Canella e Amim

As fontes não informam, até agora, quando serão as audiências de custódia, qual unidade prisional receberá os presos nem como fica a diplomação do deputado eleito. Esses pontos dependem do STF e da Justiça Eleitoral, e devem aparecer nas próximas horas ou dias. A CNN Brasil, por sua vez, chama Canella de ex-deputado, enquanto os demais veículos o tratam como deputado eleito. A diferença mostra como o status dele ainda é tratado de formas distintas nas coberturas.

Quem quer acompanhar as atualizações pode voltar a esta página e conferir tudo o que está em alta hoje, 15 de outubro de 2026. Para informações oficiais sobre a operação, o canal indicado é a assessoria de comunicação da Polícia Federal no Rio de Janeiro.

Perguntas frequentes sobre Márcio Canella Preso

Por que o Márcio Canella foi preso?
Ele foi preso preventivamente na 8ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga lavagem de dinheiro em uma rede de postos de combustíveis do Rio. A ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ele é investigado, e não há condenação.
Quem é Márcio Canella?
Márcio Canella é do União Brasil, foi prefeito de Belford Roxo e preside o partido no Rio de Janeiro. Foi eleito deputado estadual em 4 de outubro de 2026, com 197.178 votos, o segundo maior número do estado.
Quem mais foi preso na operação Unha e Carne 8?
O delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, também foi preso. No total, a PF cumpriu seis mandados de prisão preventiva. Os nomes dos outros quatro presos não constam nas fontes consultadas.
De quanto foi o esquema investigado pela PF?
Segundo relatório do Coaf citado pela PF, o grupo teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões em seis anos. A apuração envolve 96 postos de combustíveis, e 112 empresas tiveram a atividade suspensa por decisão de Moraes.
O Márcio Canella já tinha sido preso antes?
Sim. Em julho de 2026, na 6ª fase da Unha e Carne, ele foi preso em flagrante após agentes acharem um fuzil calibre.556 no carro dele. Depois respondeu em liberdade, com tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares.
O que a defesa de Canella diz sobre a prisão?
Até a publicação desta reportagem, não havia manifestação da defesa nas fontes consultadas. Quando houver, a posição será acrescentada à matéria.

Fontes e referências

· Editor
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✔ Revisou e aprovou esta matéria em 15/10/2026. Texto produzido com apoio de IA a partir das fontes listadas.

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